sexta-feira, 11 de julho de 2008

Reporter de 2a na 3a - Treze vs Santra Cruz

Blog muito legal sobre a serie C brasileira.
http://esporte.uol.com.br/futebol/reporter2a3a/

Vai ai um control C / Control V da reportagem sobre o TREZE.

"As cidades dos times da Série C são pequenas, um tanto atrasadas, a maioria de seus jogadores vem da própria cidade e são praticamente amadores, os treinadores são inexperientes, o público raramente passa de cinco mil pessoas e seus torcedores nutrem simpatia por times do Rio."


Na frase acima há sete erros. Pelo menos no que se refere a Campina Grande. A cidade tem quase 400 mil habitantes, várias universidades, grandes shoppings, é um pólo de criação de softwares, os técnicos e jogadores são profissionais, o público raramente fica abaixo de cinco mil pessoas e os fanáticos torcedores do Treze e do Campinense nem querem ouvir falar de times de fora. Os dois times de Campina Grande mostram que a idéia de que a Série C é miserável é um preconceito.
O gasto mensal do Treze está em torno de R$ 220 mil e os salários dos jogadores ficam entre 4 e 5 mil reais.Porém, realmente há times de cidades modestas, como o Santa Cruz de Santa Cruz (RN), que tem apenas 35 mil habitantes. O clube foi fundado há cinco anos e ontem, no estádio, tinha apenas oito torcedores, sendo que seis originalmente torciam para o América e dois, para o ABC. Para dar um ar ainda mais folclórico, os astros do time atendem pelos nomes de Chapinha, Pantera e Montanha (que, obviamente, é um baixinho).
Ontem, aqui em Campina Grande, houve este confronto entre o software e o folclore. E deu empate.
O Jogo
Cheguei ao Amigão às 19h30. Ele é um daqueles grandes estádios construídos nos tempos da ditadura militar. De longe, é imponente. Mas, de perto, vê-se que está um tanto abandonado. Há goteiras por todo lado, sob as arquibancadas há grandes vazios, os carros ficam estacionados na terra (ou lama, quando chove), as paredes estão sedentas de tinta e há várias partes inacabadas (há trinta anos).A torcida, por conta da chuva, estava em torno de cinco mil torcedores. Mas, no Paraibano, a média ficou em dez mil, número de fazer inveja a muito time grande.Na estréia da Série C, o Treze perdeu para o Salgueiro, fora de casa. Mas a torcida estava otimista para esta segunda partida, pois no ano passado vencera o mesmo inimigo por 4 a 0.
Por conta do jogo de 2007 e pela diferença de tradição entre os clubes (o Treze é dezesseis vezes mais velho e sua cidade, onze vezes maior), pensei que o time da casa arrasaria o Santa Cruz. Mas não foi o que aconteceu.O Treze (que tem este nome porque foi fundado por treze pessoas) dominava, mas não tinha grandes chances de marcar. E, de vez em quando, o Santa fazia contra-ataques perigosos.
Os torcedores foram ficando nervosos e comecei a ouvir alguns "filhos de rapariga!" dirigidos aos jogadores do Treze que erravam algum passe. Chico da Tocha, presidente da torcida Tocha Alvinegra e gay assumido, estava especialmente tenso. Tinha o ouvido grudado no rádio e os olhos, no campo. As coisas ficaram assim até que, aos trinta minutos, foi marcado um pênalti (que realmente aconteceu) para o Treze.
O veterano Hugo Henrique (33 anos, já jogou em quatro times de Portugal) cobrou no ângulo e a torcida se acalmou.Dois minutos depois, o mesmo Hugo Henrique acertou um tremendo chute de fora da área e fez dois a zero. Chico da Tocha pulava de alegria, deixando o rádio bem alto para ouvir o grito de gol do narrador.Já os oito torcedores da torcida organizada do Santa, a Santamor, que viajaram 165 km de carro, estavam irados.



Robert Alexandro, 38, ficou possesso depois do segundo gol e começou a chamar o técnico Baltazar de "Bota Azar". Os outros o acompanharam e acrescentaram mais alguns nomes, como Conde Drácula (segundo os torcedores, Baltazar tem cara de morcego).Porém, antes do final do primeiro tempo, houve uma confusão na área trezeana, a bola sobrou para Pantera e ele marcou. Os oito torcedores deliraram, e Robert acendeu um sinalizador vermelho. Misteriosamente, o sinalizador durou muito mais que o esperado e Robert, sozinho, encheu o estádio de fumaça.
No intervalo, dei uma olhadela pelas comidas do estádio. Não havia coisas muito diferentes: amendoins, pipocas, churrasco, queijo coalho e cachorro-quente com carne moída. A única novidade era um homem que vende café e três tipos de chá (mate, boldo e canela) em garrafas térmicas. Ainda bem que, antes de entrar no estádio, tomei um caldo de favas muito bom num bar por ali, o Murão. Depois do intervalo, vou para o meio da Torcida Jovem do Treze.
O jogo recomeça. O clima é tenso e não há grandes lances. "Se estivesse dois a zero eu tirava um cochilo", diz um torcedor.O domínio é do Treze. Flavinho, um ponta baixinho e rápido, às vezes chega à linha de fundo. Leandro Sena (32 anos, jogou em três times da Espanha), às vezes faz uma boa jogada. Mas pouco acontece.O Santa Cruz fica nos contra-ataques.
E nos contra-ataques, aos 17 minutos, consegue o empate. Robert Alexandro acende mais um sinalizador, mas este é normal e logo se apaga"Filho de rapariga" passa a ser a expressão mais falada no estádio. Agora, também dirigida ao técnico Luís Carlos Cruz, o LCC.
Luís Carlos tem quase vinte anos de carreira. Parou de jogar aos 21 anos, quando sofreu uma contusão na coluna. Então cursou faculdade de Educação Física e aos 28 anos era técnico do Avaí. De lá para cá passou por mais de 20 clubes. Foi campeão estadual em Santa Catarina, Ceará, Sergipe e Alagoas, e dirigiu o Palmeiras B no ano passado.
O Treze domina o jogo e vai para cima, mas consegue poucas chances de gol. A falta de lances agudos faz com que o narrador José Carlos Costa, conhecido como "JCC, o Garotão do Nordeste", use seu bordão favorito: "O jogo não presta, a narração é uma festa!"Nas arquibancadas, o estádio entoa o coro de "Burro, burro!" em homenagem ao técnico. No último minuto, o Santa Cruz perde um gol feito. O jogo termina em 2 a 2. Os cinco mil trezeanos começam a sair do estádio, xingando o técnico, que seria demitido na manhã seguinte.Para os oito santacruzenses, as coisas são bem diferentes. Os onze jogadores vão até eles e agradecem o apoio. Robert Alexandro lamenta não ter mais um sinalizador.


6858km de futebol
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quinta-feira, 10 de julho de 2008

Italia y Brasil se pelean por el delantero Amauri

Italia y Brasil se pelean por el delantero Amauri
fonte http://www.as.com/


El jugador: "Todavía no he decidido dónde jugaré"

Lío entre las federaciones italiana y brasileña de fútbol. El problema tiene un nombre propio: Amauri Carvalho de Oliveira. El jugador, que en la presente temporada ha fichado por la Juventus, jugó en el Palermo en la anterior campaña, en donde marcó 15 goles. Amauri es brasileño de nacimiento, pero está en trámites de nacionalización. Y aquí reside el conflicto. Ninguna de las selecciones le ha convocado todavía y el jugador aún no ha manifestado su decisión final: "Voy a esperar unos meses y después me lo pensaré. Todavía no he escogido dónde jugaré. He pedido la documentación para el pasaporte italiano y estoy esperando". De momento, y hasta que el futbolista no se pronuncie, la incógnita de dónde jugará finalmente está en el aire. Sin embargo en Italia se espera que finalmente Amauri pase a formar parte de la squadra azzurra. Al menos así lo expresa la prensa del país, después del nombramiento como seleccionador de Marcello Lippi

O amauri e mais un dos exemplos de jogadores brazucas que nunca vingaram ou tiveram chance no brasil, porem que tem exito na Europa. Senna, Dudu,Daniel Alves,Tadei, dentre outros.

Amauri, um atacante com muita forca, foi contratado pela Juventos, para ser o companheiro de ateque junto ao Trezegue e já esta cotado para a selecao italiana, caso aceite jogar e renunciar a selecao brasileira.

Na minha opiniao, o amauri nunca convencera a um treinador brasileiro por sua forma de jogar como o Elber nunca convenceu........



Amauri, com certeza, sera mais um brazuca a vesti o manto sagrado italiano, como fizeram José João Altafini, Anfilogino Guarisi, Dino da Costa e Angelo Sormani,

6858km de futebol
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